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terça-feira, 14 de junho de 2011

Duo Solidário.

O espírito solidário de Angelina Jolie já não é novidade para ninguém, assim como a campanha “Core Values” da Louis Vuitton. A novidade é a colaboração de Angelina Jolie com a marca em prol da beneficência. Depois de nomes como Bono, Pele e Maradona chegou a vez de Angelina. A campanha publicitaria foi como já é hábito fotografada por Annie Leibovitz no Camboja. Recorde-se que Maddox (um dos filhos adoptivos de Angelina) é natural destes pais dai a escolha do local. Todos os lucros resultantes da venda desta carteira irão reverter para caridade. As imagens oficias da campanha serão apresentadas amanha.

R.Z.M.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fashion News ...

Foram divulgadas as primeiras imagens da campanha da Louis Vuiton para o próximo inverno. Pelo que se sabe a campanha foi fotografada por Steven Meisel, como já vem sendo hábito. Contudo, o espanto reside nos rostos da campanha. Depois de na mediática apresentação da colecção em Paris terem desfilado nomes de peso como Naomi Campbell e Kate Moss era de prever que a campanha fosse também pesada em nomes sonantes, mas não. Pelo que foi revelado os rosto da campanha são fresh faces nas quais se destaca Daphne Groeneveld. Resta-nos aguardar pelo resultado final.






R.Z.M.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Paris Fashion Week


Após o despedimento de John Galliano da Christian Dior (causado pelos seus comentários racistas) a agitação e o frenesim em torno da semana da moda de Paris (preste a começar) triplicou. “Será que a Dior vai cancelar o desfile?” ou “Quem será o sucessor de Galliano?” foram algumas das perguntas de ordem. No entanto, para que o tema de conversa mudasse foi suficiente que a Thierry Mugler apresentasse a sua colecção e dai em diante o tema de conversa e dos pots’s de (quase) todos os blogs era: “Lady Gaga desfila para Thierry Mugler” (se bem que aquilo nem se pode chamar de desfilar). Por esta altura estávamos no inicio da semana da moda e apesar de todos estarem em êxtase, ainda pouco ou nada tinha visto.



A verdadeira semana da moda começou com o desfile da Balenciaga onde Miranda Kerr (que foi mãe recentemente) provou já estar em forma. Seguiu-se Balmain onde brilho e ombros ligeiramente exagerados não faltaram. Freja Beha com um casaco metalizado liderou a passarela e quando nos preparava-mos para aplaudir Christophe Decarnin soubemos da sua ausência (e mais tarde da sua saída da marca). No dia seguinte Roland Mouret apresentou o seu primeiro desfile após o regresso á marca com o seu nome. E atinge-se o momento pelo qual aguarda-mos, o desfile da Christian Dior. Num cenário iluminado por tons vermelho Karlie Kloss entra com uma capa pelos pés e com perícia abre o desfile com aquilo a que se pode chamar de “entrar com o pé direito”. Entre botas de pele até ao joelho, botins, e vestidos fluidos esperava ansioso pelo final do desfile (estava a adorar a colecção mas queria ver como iria ser o final sem a teatralidade de Galliano) e de repente uma última modelo na passarela manda um beijo doce em jeito de despedida e quando dou por mim a sala estava iluminada num tom azul e para receberem os aplausos aparecem os funcionários do atlier da marca comovidos com seu trabalho que poucos reconhecem. Pode parecer estranho mas não senti em nada a falta de Galliano no final do desfile. Ainda a digerir a desfile da Christian Dior e já Alber Elbaz estava a arrancar na Lanvin com uma árvore no meio da passarela. As expectativas eram altas (a colecção da Lanvin foi a minha preferida no verão) e não saíram de todo defraudadas. A colecção começou em tons negros e de sapatos rasos (pelo meio destaco os maravilhosos acessórios e o vestido estampado ás flores em preto e branco de Freja) e terminou com muita cor e nas alturas com um batalhão de modelos a atravessar a passarela.


Seguiu-se um dia calmo, com Haider Ackerman a mostrar que quer o seu nome junto dos grandes e com as modelos de cara vermelha em Viktor&Rolf. Sonia Rykiel trouxe-nos uma colecção sobretudo divertida assim como o final do seu desfile. Phoebe Philo voltou a jogar com a simplicidade dos materiais e com os cortes masculinos. As camisolas de gola alta e os casacos compridos fizeram qualquer um ponderar em regressas ao inverno. De uma simplicidade extrema passamos para a teatralidade máxima. Falo do desfile de John Galliano ( o Zeus da criatividade) que nos apresentou o sua colecção mais usual de sempre. Numa sala luxuosa e com uma banda sonora que contava com a jovem Adele desfilaram cerca de 20 modelos de forma fabulosa.






Já a meio de todos os acontecimentos o desfile da Givenchy encerrou o sexto dia da semana da moda. Ricardo Tisci tem se vindo a revelar um dos maiores designers da actualidade e esta colecção serviu para reforçar isso mesmo. Camisas transparentes com cães ferozes estampados, camisolas com coroas de flores e saias em vinil tudo isto em tons muito escuros. Como já é habitual a transexual Lea T também desfilou. Mas para terminar em chave de ouro surge a belíssima Natália Vodianova num conjunto amarelo que fez suspirar a plateia, foi sem dúvida o look mais desejado, muito por culpa de Natália. A colecção foi um sucesso, tal que circula o boato de que Tisci será o seguidor de Galliano na Dior.









O penúltimo dia do evento contou com Chanel. A curiosidade já se tinha instalado, todos queriam saber como iria estar o Grand Palais para o desfile. Por mais voltes que déssemos nunca iríamos sonhar com aquele cenário. Uma paisagem vulcânica com duas caixas enormes com o símbolo da casa. A música começa, as caixas abrem-se, de uma caixa sai Freja Beha da outra Stella Tennant. Esta colecção foi mais uma reinterpretação de Karl Lagerfeld do legado de Coco Chanel. Na passarela vimos desfilar jumpsuits, capas pelo chão em tweed, vestidos de lã compridos e as icónicas 2.55. No final do desfile o Grand Palais foi invadido pelas palmas que consagravam Karl Lagerfeld. A meio do dia a dupla por detrás da Valentino apresentou a sua colecção deste ano. Trouxe-nos mais do mesmo, muito romantismo, muita simplicidade algum nude, rendas e vestidos fluidos. De destacar a gabardine em pele verde e o casaco em pelo. A encerrar este dia Alexander McQueen que pelas mãos de Sarah Burton apresentou uma colecção numa antiga prisão da época da revolução francesa. A abertura coube a Freja Beha que num vestido branco volumoso se mostrava mais vulnerável do que o habitual. Seguiu-se uma colecção marcada por saias com pregas, fechos e aplicações metálicas que faziam lembrar armaduras, tudo em tons neutros marcado por uma única excepção um lindíssimo vestido púrpura. A finalizar o desfile uma belíssima sequência de vestidos extremamente dramáticos (muito ao estilo McQueen).








O último dia da semana da moda teve inicio com o desfile da Louis Vuitton. Três elevadores no centro da passarela e de repente do interior destes começam a sair as modelos. Num estilo extremamente provocante e voyerista as modelos desfilavam com casacos de corte masculino e de cullotes. Transparências, algemas, chapéus militares e mascaras não faltaram. Até o espanador do pó esteve presente. Num desfile marcado pela presença de Naomi Campbell e de Kate Moss que de cigarro na boca e com uns cullotes que lhe evidenciavam a celulite fechou o desfile.

















O desfile da Miu Miu foi pautado pelo romantismo dos vestidos com estampados florais (que era acentuado pelos óculos de sol vintage) que contrastava com o corte masculino dos deslumbrantes casacos. Entrando num jogo entre o feminino e o masculino Miuccia criou esta colecção, com uma mestria que a torna um verdadeiro hino á elegância e á simplicidade.



No meio de comentários racistas de entradas e saídas ficaram também ditadas as principais tendências para o próximo inverno.






R.Z.M.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Louis Vuitton S/S ´11

A prova clara de que o espírito “camp” chegou, pronto para invadir o próximo verão foi a colecção para o próximo verão da Louis Vuitton. Findada a apresentação da colecção, concebida pelas mãos do génio da moda Marc Jacobs, e era inevitável a comparação com a colecção do inverno anterior. Era quase que impossível não ver a afincada inversão de ideias em tão pouco tempo (por parte do director criativo da marca). Passou-se de uma elegância suprema apresentada em Março passado para uma (quase obvia) simbiose entre a Louis Vuitton e a indústria "made in china". A sensação que me passou pela cabeça (na altura) e que ainda perdura é a de que a mulher chinesa é um dos grandes alvos da Louis Vuitton. Mas apôs pensar e repensar, questionei-me: Irá a mulher chinesa comprar uma toillete inspirada na sua própria cultura? Sinceramente, não me parece. Mas então serão as mulheres europeias e americanas a usarem este tipo de looks? Honestamente, não sei. Apesar de todas as especulações, é de louvar a coragem de Marc Jacobs em arriscar. Ainda para mais, numa situação económica como a actual que provocou uma atitude de contenção nos designers obrigando-os a jogar pelo seguro. O próprio Marc Jacobs assumiu esta vontade de arriscar quando referiu no final da apresentação da colecção em Paris que tentou ao máximo criar uma colecção o menos natural possível e com o maior artificialismo. Se era este o objectivo: Missão cumprida. Na realidade não houve melhor maneira de provocar um grito de revolta tão grande contra a crise como este. Brincar com a barreira que distingue o bom do mau gosto e ainda por cima sem pedir licença a esta recessão financeira, é de génio!!! Mesmo que o resultado final (aos olhos do consumidor) não seja o

melhor. Afinal, lantejoulas com estampados felinos não é do melhor e um kimono só se usa no carnaval! . No entanto, para quem vê as coisas na sua essência é bem diferente, isto significa uma nova etapa nesta industria onde a audácia e a coragem são a chave de sucesso para mudar o rumo das coisas.
Recentemente saiu a campanha publicitaria da colecção e a minha opinião não mudou. A colecção é artificial demais, com uma influência afincadamente asiática que lembra os

produtos dos bazares chineses. No entanto, a escolha das modelos não podia ter sido a melhor. Uma junção da velha guarda com as modelos da actualidade. Freja Beha, Raquel Zimmerman e Kristen McMenamy posaram para a objectiva do conceituado fotógrafo Steven Meisel. O resultado não é fantástico, mas é o melhor que se pode fazer com a colecção. (Sem duvida).



R.Z.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Querido Pai Natal, este Natal ... - Especial Pai

* Para o : PAI






1. Maquina de café Nespresso (99,00), 2. After Shave Tom Ford (preço sob consulta), 3. Sapatos D&G (295,00) em D&G online store, 4. Relógio Tommy Hilfiquer (179,00) na boutique dos relógios, 5. Casaco Zara ( 129,00), 6. Eau de toillette, Bleu de Chanel (74,00) nas melhores perfumarias, 7. Sapatilhas G Star Raw (preço sob consulta) na Eureka, 8. Mini jogo de Damas com carteira em pele Hérmes (preço sob consulta), 9. Casaco de malha Gant (preço sob consulta), 10. Livro " O Anjo Branco" ( 24,50) na Fnac, 11. Laço D&G (90) na D&G online store, 13. Mala Louis Vuitton ( preço sob consulta)
R.Z.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Where the streets have no name - Especial

" Where the Streets have no name" é uma das rubricas mais marcantes que hà muito que não constava nos post's do blog. A inspiração para a nosso guarda roupa provém muitas vezes de imagens como as de street style que postamos. Com a falta de inspiração manifestada por parte de muitos leitores, decidimos então trazer-lhe uma selecção de imagens que o vão inspirar e que irão servir também para matar saudades desta rubrica. Fazemos questão de nesta selecção incluir looks de Anna Dello Russo um dos icones de moda actualidade.


We hope You Like!


R.Z.