A vida desta jovem com voz esganiçada e um ar de eterna adolescente (apesar de hoje completar 18 anos), poderia ser contada através das suas contas de Pandora. Contudo, proponho-me apenas a contar (por palavras) alguns dos momentos que acho que devo mencionar nesta “mini homenagem”.
Apaixonada por cinema desde que a conheço, aliás o celebre dia em que a minha pessoa se cruzou com esta jovem, foi a pretexto disto mesmo (cinema), recordo quase como se fosse hoje o dia em que ambos, a convite de um amigo em comum da altura fomos ao cinema ver “ Babel” (protagonizado por Brad Pitt); terminado o filme gerou-se entre nós uma conversa sobra moda muito interessante (depois de alguns minutos e da criação de uma lista de necessidades básicas do meio oriente) e já a considerava quase uma amiga. Porém, nesse dia mal me passou pela cabeça que passados 4 anos iria ter em conjunto com ela uma das coisas porque mais torço diariamente (o High Tale).
No entanto, foi há quase 2 anos que voltamos a contactar de uma forma mais frequente nos ensaios de uma peça de teatro em que ambos participávamos. Onde esta querida jovem encarnava uma pálida e triste mulher que cantava “Fantasma da opera”. ( Acreditem que se saiu lindamente , gostei tanto que lhe ofereci em fantasma para colocar na história da sua vida ( a sua pulseira Pandora).) Durante esta temporada trocamos opiniões sobre moda e livros. Mas, a grande ligação que actualmente partilhamos (o High Tale) surgiu há um ano, nos ensaios da nossa ultima peça de teatro em que esta fabulosa aspirante a actriz levou uma peça , condenada ao fracasso, ao seu auge. Tudo isto com uns simples produtos de cosmética e uma pitada de histerismo (esta ultima característica pertencia na integra á sua personagem). Dias antes desta ultima peça estrear demos o nosso primeiro passo em conjunto neste mundo, criamos o High Tale. E depois de cerca de 9 meses, quase 600 posts e quase 14 000 visitas continuamos a caminhar rumo a um destino incerto ( que esperamos nós que seja BOM).A partir daquele Abril de 2010 a minha paixão por moda cruzou-se com a desta jovem.
Pouco excêntrica, mas muito elegante, esta rapariga que consegue dar vida a qualquer trapinho ( incluíndo a uma simples mala Louis Vuitton desenhada por Sprouse), caminha numa cidade que se tomba aos seus pés... nos braços dela até um miserável livro de Anatomia se faz parecer a uma criação de Marc Jacobs. Por falar em Marc Jacobs, foi através dela que toquei pela primeira vez numa peça do criador.
No fundo o que pretendo com esta “mini homenagem” é dar-vos a conhecer este ser fabuloso ,que com as unhas pintas em rosa com verniz Chanel , promete dar que fala nesta industria da moda.
Os meus Parabéns Ana Raquel Oliveira Leite
Zé Oliveira.