Aguardei com ânsia a chegada da edição de Fevereiro da VOGUE Portugal às bancas. Já tinha feito mil e uma divagações sobre como seria a edição especial, comemorativa das 100 edições. Imaginei a capa com uma Top model internacional numa produção fotográfica realizada pela equipa da Vogue Portugal, um número adicional de páginas (umas 250), mais artigos fabulosos e mais espaço para o que é nacional. No meio de tantas expectativas, quase tudo saiu ao lado.Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
Com uma ventania (que me feria os lábios) corria apressado e com muito pouco tempo em direcção ao quiosque. Objectivo: comprar a Vogue. Entro no quiosque e apanho a minha primeira desilusão. Uma capa sem top model consagrada e ainda por cima cor de rosa (God!!! , a Vogue não é só para mulheres, pelo menos não devia ser). Abro a revista ainda recuperar da (quase desilusão) e vejo que a revista está diferente, mais geométrica (o que ao inicio parece muito estranho porque estamos habituados ao formato antigo) , menos letras ( o que me desagrada ) e mais imagens. De repente fecho a revista e vou ver o numero de paginas e constatei que tinha o mesmo numero que o habitual (mais uma expectativa derrubada).
Hoje, passados alguns dias de adquirir a revista e depois de a devorar na totalidade, considero-me apto para dar a minha opinião ao pormenor. O maior dos destaques, vai para o artigo acompanhado de sessão fotográfica “ Acesso Reservado”, onde é revelada a parte não visível do mundo da moda (até os blogers tiveram lugar neste artigo).”From Dello Russo With Love…” a entrevista feita por Manuel Arnaut a Anna Dello Russo merece uma leitura atenta assim como “Boogie Nights” escrito por Rosário Mello Castro que nos leva ao glamour da mais badalada discoteca Nova Iorquina dos anos 70.
Hoje, passados alguns dias de adquirir a revista e depois de a devorar na totalidade, considero-me apto para dar a minha opinião ao pormenor. O maior dos destaques, vai para o artigo acompanhado de sessão fotográfica “ Acesso Reservado”, onde é revelada a parte não visível do mundo da moda (até os blogers tiveram lugar neste artigo).”From Dello Russo With Love…” a entrevista feita por Manuel Arnaut a Anna Dello Russo merece uma leitura atenta assim como “Boogie Nights” escrito por Rosário Mello Castro que nos leva ao glamour da mais badalada discoteca Nova Iorquina dos anos 70.

P.S. “Good Girl Gone Bad” retrata na perfeição as colecções para o próximo verão.
R.Z.

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