Foi a uma temperatura de 30 °C, sentado numa esplanada entre torradas com chocolate e sumos de laranja que dei a primeira vista de olhos pela Vogue deste mês. A capa está bem melhor que a do mês passado e (quase) ninguém pode negar. (A Gisele Bϋndchen com um ar insosso sob o lema “Minimalismo” foi tudo menos uma boa opção). O editorial “Memorias do Oriente” está uma verdadeira desilusão, parece que nada vai com nada. A conotação que lhe dão de “Classe Económica” esta totalmente deslocada, principalmente quando apresentam propostas de valores aproximados a um ordenado mínimo. O lema de que a moda é acessível a todos tem de ser divulgado, mas não é desta forma que se vai divulgar e muito menos a estes preços. No editorial “Stripe a Pose” tudo esta bem melhor, dando a sim a conhecer o melhor de um verão às riscas. Em matéria escrita não tenho nada de negativo a apontar só a destacar. Em primeiro lugar o artigo da autoria de Rosário Melo e Castro “Mulher de Armas” que é a prova de que a moda não é tão fútil quanto muitos pensam. A noção do glamour actual foi muito bem conseguida pela escrita de Harriet Quick. Manuela Gonzaga colaborou com a Vogue Portugal e o resultado é o artigo “Casamento Real” que retrata a evolução da monarquia nos últimos anos, isto a propósito do casamento do século (Principe William & Kate Midletton). Para além de tudo isto a Vogue deste mês traz-nos entrevistas aos designers Tommy Hilfiguer, Roland Mouret e Alberta Ferreti. R.Z.M.
















R.Z.

































