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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quiosque

Foi a uma temperatura de 30 °C, sentado numa esplanada entre torradas com chocolate e sumos de laranja que dei a primeira vista de olhos pela Vogue deste mês. A capa está bem melhor que a do mês passado e (quase) ninguém pode negar. (A Gisele Bϋndchen com um ar insosso sob o lema “Minimalismo” foi tudo menos uma boa opção). O editorial “Memorias do Oriente” está uma verdadeira desilusão, parece que nada vai com nada. A conotação que lhe dão de “Classe Económica” esta totalmente deslocada, principalmente quando apresentam propostas de valores aproximados a um ordenado mínimo. O lema de que a moda é acessível a todos tem de ser divulgado, mas não é desta forma que se vai divulgar e muito menos a estes preços. No editorial “Stripe a Pose” tudo esta bem melhor, dando a sim a conhecer o melhor de um verão às riscas. Em matéria escrita não tenho nada de negativo a apontar só a destacar. Em primeiro lugar o artigo da autoria de Rosário Melo e Castro “Mulher de Armas” que é a prova de que a moda não é tão fútil quanto muitos pensam. A noção do glamour actual foi muito bem conseguida pela escrita de Harriet Quick. Manuela Gonzaga colaborou com a Vogue Portugal e o resultado é o artigo “Casamento Real” que retrata a evolução da monarquia nos últimos anos, isto a propósito do casamento do século (Principe William & Kate Midletton). Para além de tudo isto a Vogue deste mês traz-nos entrevistas aos designers Tommy Hilfiguer, Roland Mouret e Alberta Ferreti.

R.Z.M.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Quiosque

No meio de uma azáfama típica de um estudante em época de testes, terminei há dias de ler a VOGUE Portugal deste mês. Depois de um mês de celebração (edição nº100), chegou o número 101 da revista e sinceramente gostei mais. Depois da desilusão que foi a tão aclamada edição de “colecção”, os ânimos voltaram a estar em alta com a edição que marca a entrada na nova estação. Se marca a entrada na nova estação, é claro que ouve suplemento, e que suplemento. Para ser honesto gostei mais do suplemento do que da revista em si.

Com uma capa fabulosa (o final do desfile da Dolce Gabbana) o suplemento de moda para esta estação traz-nos uma análise raio X das mais aclamadas semanas da moda. Onde nada ficou por analisar. Desde passarela, backstage, street style, front row e os cenários dos desfiles. Para reforçar ainda esta edição Manuel Arnaut preparou um artigo (fantástico) sobre a Moda Lisboa.

Quanto á revista em si, começamos pelo pior de tudo. A capa (a foto retirada de uma produção da Vogue Rússia não merecia de todo, um destaque tão grande). Nota mais que positiva, para a entrevista a Natalie Portman, a actriz que protagoniza o filme do momento “O Cisne Negro”. O artigo “Arco do Triunfo” onde é narrada a historia do Portugal Fashion também merece destaque. A nota negativa vai para as sessões fotográficas. “Black is Beautiful” desiludiu. O balanço é claro: os artigos escritos estão no melhor patamar. Contudo é necessário progredir no que toca á escolha e organização de produções fotográficas.


Espero pela próxima!




R.Z.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Quiosque

Aguardei com ânsia a chegada da edição de Fevereiro da VOGUE Portugal às bancas. Já tinha feito mil e uma divagações sobre como seria a edição especial, comemorativa das 100 edições. Imaginei a capa com uma Top model internacional numa produção fotográfica realizada pela equipa da Vogue Portugal, um número adicional de páginas (umas 250), mais artigos fabulosos e mais espaço para o que é nacional. No meio de tantas expectativas, quase tudo saiu ao lado.

Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

Com uma ventania (que me feria os lábios) corria apressado e com muito pouco tempo em direcção ao quiosque. Objectivo: comprar a Vogue. Entro no quiosque e apanho a minha primeira desilusão. Uma capa sem top model consagrada e ainda por cima cor de rosa (God!!! , a Vogue não é só para mulheres, pelo menos não devia ser). Abro a revista ainda recuperar da (quase desilusão) e vejo que a revista está diferente, mais geométrica (o que ao inicio parece muito estranho porque estamos habituados ao formato antigo) , menos letras ( o que me desagrada ) e mais imagens. De repente fecho a revista e vou ver o numero de paginas e constatei que tinha o mesmo numero que o habitual (mais uma expectativa derrubada).
Hoje, passados alguns dias de adquirir a revista e depois de a devorar na totalidade, considero-me apto para dar a minha opinião ao pormenor. O maior dos destaques, vai para o artigo acompanhado de sessão fotográfica “ Acesso Reservado”, onde é revelada a parte não visível do mundo da moda (até os blogers tiveram lugar neste artigo).”From Dello Russo With Love…” a entrevista feita por Manuel Arnaut a Anna Dello Russo merece uma leitura atenta assim como “Boogie Nights” escrito por Rosário Mello Castro que nos leva ao glamour da mais badalada discoteca Nova Iorquina dos anos 70.

P.S. “Good Girl Gone Bad” retrata na perfeição as colecções para o próximo verão.


R.Z.

sábado, 18 de dezembro de 2010

QUIOSQUE

No meio da azafama habitual de um estudante em final de período,finalmente encontrei um tempinho para comprar a VOGUE Portugal deste mês. Apesar de ainda não ter devorado a revista na totalidade, pelo aquilo que vi não me parece nada mau.Adorei ver a Luisa Beirão em destaque no artigo da autoria de Rosario Mello e Castro onde nos dão a conhecer as novidades da marca Louis Vuitton. Deliciei-me com a brilhante entrevista a Georgia May Jagger feita pela editora da Vogue Inglesa Charlotte Sinclair e fotografada por Kai Z. Feng. "Atracção pelo abismo" escrito pelo grande Manuel Arnaut(um dos meus jornalistas de moda preferidos)vem desmistificar a relação de personalidades mediáticas (devido a coisas menos boas)com a moda, acreditem que vale mesmo a pena ler.
Quanto a sessões fotográficas destaca-se na minha opinião "Dark Side" (a mesma sessão teve o nome de "After hours" na Vogue Inglesa) protagonizada por Jessica Stam onde esta pousa para a objectiva de Lina Scheynius com uma simplicidade digna de uma verdadeira top model. Sasha Pivovarova teve honras de capa pelas mãos do conceituado fotografo Patrick Demarchelier que produziu o editorial "Selecção Natural" produzido inicialmente para a Vogue Americana.
Em ultimo, mas com o maior dos destaque "Glamour para que te quero?" mais do que um artigo, uma viagem levada a cabo pela escrita de Manuel Arnaut ao passado onde entramos nas festas mais glamourosas que este pais,à beira mar plantado, assistiu.



P.S. No próximo mês a Vogue Portugal irá lançar a edição 100 da revista , uma edição para colecionar que pelo menos nós vamos querer comprar!


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R.Z.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

QUIOSQUE

Nem com uma camisola de lã consegui escapar ao frio que hoje se fez sentir, porém nada disto me impediu de fazer o que queria e finalmente comprei a VOGUE Portugal deste mês. Estou totalmente agradado com todo o conteúdo do revista e digamos que aquele especial natal vem mesmo a calhar (aliás o High Tale irá fazer também um especial sugestões de natal brevemente). Destaco em especial o editorial "under my skin" que dá provas de que em Portugal também se fazem bons editoriais, e o artigo de opinião de Rosário Mello e Castro "Um novo rumo".
A edição deste mês também importou alguns editoriais de outras publicações internacionais como o " Couture extravanganza" fotografado por Tim Walker onde Karlie Kloss é protagonista.
Aconselho-o se ainda não o fez a comprar a VOGUE Portugal deste mês. Acredite que vale a pena.
R.Z.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

" Chantilly " - VOGUE Portugal Novembro 2010

A revista VOGUE Portugal tem vindo a demonstrar o contrario daquilo que é a opinião de muita gente relativamente à moda Portuguesa. A cada dia que passa a moda Portuguesa cresce, temos o exemplo de Filipe Oliveira Baptista que foi nomeado novo director artístico da Lacoste, e temos muitas outras situações como esta magnifica produção fotográfica que realça a elegância e sensualidade por meio da simplicidade. Pode parecer absurdo dizer que a moda Portuguesa esta a evoluir apenas pela elaboração de uma produção fotográfica, mas o que é certo é que a pouco e pouco as nossas produções fotográficas (as da Vogue Portugal) vão alcançando destaque na critica internacional e isso sim é sinonimo de evolução.
Todos os meses quando adquiro a biblia nacional da moda sinto que a cada nova publicação a moda portuguesa vai mais longe e isso enche-me de orgulho, ver que cada vez mais as paginas da Vogue se enchem de artigos nossos e não de adaptações apenas vindas da Vogue Paris, da Vogue UK e de outras. É com orgulho no que é nacional que vos deixo este editorial fotografado por: Emma Tempest, onde a modelo Vera se destaca.

" Chantilly " - " A indiscrição dos rendilhados e das transparências dos chiffons traz a sensualidade para as tendências do Inverno. O sóbrio preto garante a elegância; a delicada renda, a sedução, numa contráditória inocência." in Vogue Portugal.

R.Z.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

"Femina" - VOGUE Portugal September 2010

Ashley Smith fotografada para a VOGUE Portugal por Marcin Tyska, que mais ei de dizer afinal de contas o que é nacional é bom.


R.Z.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

FASHION'S NIGHT OUT



Paula Mateus e toda a equipa da VOGUE Portugal convida todos aqueles que queiram desfrutar de uma noite de shopping fora de horas pelas ruas da capital Portuguesa. A Avenida da Liberdade, Rua Castilho e o Chiado vão estar abertos das 19:00 ás 24:00 aproveite.

FASHION'S NIGHT OUT é já dia 9 de Setembro não perca.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

"A Nossa Selecção"- VOGUE Portugal Setembro de 2010

Ao contrario do que muitas mentes pensam não é só em Paris, Milão e Nova Iorque que se faz moda, prova disso é este editorial da VOGUE Portugal no qual Olga Scherrer foi fotografada pela ex modelo Bojana Tatarska.
O editorial conta com um belíssimo guarda-roupa da autoria de designers portugueses que foi conjugado com acessórios de grandes marcas como Hermes, Valentino e Christian Louboutin.
Delicie-se com o resultado!.
Já agora comprem a VOGUE Portugal, eu já tenho a minha!

R.Z.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Once upon time … uma VOGUE Americana nas mãos

Desde muito cedo que a moda se juntou ás hemáceas e aos leucócitos que me correm no sangue. Esta presença no sangue por parte da moda manifestou-se desde inicio, aos 7 anos gastava sebentas a esboçar vestidos, aos 13 optava por ler Biografias de John Galliano durante o tempo destinado ao estudo da química e com 14 anos passei uma noite inteira a ver os vídeos dos desfiles e Backstages da semana da moda de Paris e Milão. Toda esta “pulsação de moda” eclodiu quando aos 15 anos em conjunto com a Raquel e com outra pessoa menos importante criei este blog. É claro que como qualquer devoto desta religião compro mensalmente a VOGUE e dado o pais em que nasci e vivo sou obrigado a comprar a edição Portuguesa, e ao contrário do que possam pensar estou muito orgulhoso do trabalho desenvolvido por Paula Mateus e por toda a equipa da VOGUE Portugal. Contudo, o nome Anna Wintour é sem duvida uma das maiores influências para todos os amantes de moda. Eu não sou excepção e desde muito cedo que sonho ter um exemplar da verdadeira e genuína bíblia da moda a VOGUE Americana na mão. Como já aqui dissemos o céu é o limite para todos aqueles que tentam e dado que faço parte do grupo de pessoas que tenta, consegui. -Há umas semanas quando em conversa com uma grande amiga (esta amiga em questão colecciona em conjunto com a minha pessoa revistas de moda) um telemóvel tocou, era a Mi a mãe da minha amiga que lhe ligara para matar saudades pois encontrava-se numa viagem de negócios em Nova Iorque, mal soube do destino onde Mi se encontrara pedi de imediato à sua filha que lhe pedisse para me trazer a VOGUE. E não é que a querida da Tia Mi me trouxe a verdadeira e pura bíblia da moda. Quando cá chegou fez questão de ma oferecer não aceitando os 5$ que lhe queria pagar. Demorei 5 dias a devora-la isto porque esta tudo escrito em Inglês o que exigiu um esforço extra da minha parte.
Na capa Gwyneth Paltrow figura com um simples vestido azul, seguem-se as primeiras paginas cheias de campanhas publicitarias das mais luxuosas e consagradas casas e marcas de moda são exemplos: Dolce & Gabbana, Miu Miu, Prada, Gucci, Fendi, Burberry Prorsum, Max Mara, Louis Vuitton e Chanel. Depois a carta da editora e foi aqui que vislumbrei a assinatura da senhora Wintour. Já mais no meio da revista li as fabulosas entrevista a Alexa Chung intitulada “Bird of Britain” com fotografia de Mario Sorrenti e a entrevista de Gwyneth Paltrow que teve direito a sessão fotográfica da autoria de Mario Testino cujo o titula era “Beauty and the Feast”. Terminei com as produções de moda “Caped Crusader” onde Raquel Zimmerman foi fotografada por Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin e “Classic Revival” fotografada por Raymond Meyer onde Karlie Kloss da um ar de graça. Na ultima pagina em semelhança com o que acontece em Portugal dão nos a conhecer um produto de moda mais pormenorizadamente. E na contracapa estava imprimida a campanha publicitaria da Dior com Karlie Kloss.
A concretização de um sonho é algo que nos deixa mais leves e que nos dá liberdade para sonhar ainda mais alto, afinal de contas como dizia Daniela Ruah em entrevista a Daniel Oliveira “ Se não apontarmos para mais alto não vamos chegar nem a metade!”, eu acredito nisto e da mesma forma que consegui a VOGUE Americana espero conseguir que este blog saia do circulo de amigos e seja divulgado no mundo (a Raquel sonha o mesmo).








R.Z.