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terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 10 de julho de 2010
MY FASHION ICON - Top 3
GIRL POWER
TOP3
"My Fashion Icon"
1- Audrey Hepburn
Não há muito para dizer que não o facto de ser perfeita, contudo nem sempre a sua vida foi assim tão promissora. Audrey Hepburn nasceu na Bélgica em 1929 e no ínicio da sua carreira era considerada uma rapariga "alta, ossuda, de pés excessivamente grandes para se tornar uma estrela". Mas Audrey, mesmo vivendo na época em que as baixinhas, de curvas generosas, pés pequenos e olhos claros imperavam, soube usar os seus "defeitos" como os seus dons e conquistar o mundo com seu lindo rosto, a sua elegância imperial, os seus profundos olhos castanhos e a sua graça natural. Eram tantos os defeitos que foi durante longos anos a musa do estilista Givenchy, considerando-a o ideal de elegância.
Ligada ao cinema, fez filmes como "Funny Face" e "Breakfast at Tiffany's" (o meu filme favorito; já o vi mais de 3o vezes e tenho 2 dvds iguais, não vá perder 1. Parece rídiculo mas é verdade) demostrando-se boa actriz e utilizando um guarda roupa que faz inveja ao séc XXI. Cada passo que Audrey dá, daria para pintar um quadro devido a tal beleza, contudo além de um rosto bonito, Audrey era uma mulher humilde, gentil e charmosa, que preferia cuidar dos outros a seu redor do que de si mesma, sendo embaixadora da Unicef. É considerada a eterna "boneca de luxo". Faleceu aos 63 anos(nomeadamente 10 dias depois de eu nascer) e é sem dúvida a minha escolha Nº1 !
2- Jane Birkin

Dona de uma Beleza natural, de um corpo esguio (a semelhança de audrey), Jane Birkin, apesar de agora "totalmente" desconhecida (não por mim) foi o grande Sex Symbol dos 60s. Nascida em Londres a 1946 teve uma carreira bastante promissora no mundo da moda e artes, nomeadamente no cinema e música (porque considerei moda e arte dois campos distintos, se moda também é uma arte? awkward...). Teve uma relação com o seu mentor Serge Gainsbourg, sendo na altura a "A Bela e o Monstro" da época.
Para amantes da moda o nome Birkin pode não ser totalmente desconhecido, uma vez que o apelido de Jane foi emprestado para baptizar uma das bolsas mais mediáticas de Hérmes: a Birkin Bag. Muitos sabem da existência da mala mas não da história por detrás desta. E ei-la: Jane costumava usar no lugar de bolsas cestas. Em 1984 a cantora/actriz sentou-se ao lado de um dos criadores da Hermés, Jean Louis Dumas, num vôo, onde este a questionou sobre o porquê do hábito. A sua resposta originou a criação da bolsa mais desejada do momento: a falta de espaço das bolsas disponíveis na época.
Como tal Hérmés respondeu as suas necessidades e tornou a sua mala numa espécie de mito e homenágem.
Tão bonita, quanto polémica, Jane tinha uma personalidade Fortíssima, (que nem sempre a favorece), uma vez que muitos a consideram um símbolo de libertação sexual e que na década de 60 era o verdadeiro tabu. Contudo estamos a debater estilos e o mérito é todo dela: Dona de baby dolls fantásticos, tinha um estilo nada classico e totalmente sedutor (contrariamente a Audrey H.). Um ponto de referência para adoptar à moda do século XXI. Fantástica!!
3- Grace Coddington
Entre as minhas duas escolhas de estilo acima referidas nasceu uma "senhora" chamada Grace Coddington-1941 .
Inicialmente lançada no mundo da moda como modelo, Grace é actualmente a elegante dirigente do departamento criativo da Vogue (USA) ao lado de Anna Wintour. A sua vida de modelo teve alguns contratempos, nomeadamente um acidente de carro que lhe desfiguou a zona dos olhos por completo, mas devido a uma intervenção cirurgica, recuperou na totalidade.
A idade passa por toda gente e Grace não seria excepção mas irá continuar a ser um ícone de estilo, de sofisticação, pesonalidade e humildade. Digamos até que no filme "The September Issue" a poderosa Anna Wintor é ofuscada pela Brilhante Ruiva Grave Cuddington, que foi responsável por grande parte do filme. Para mais curiosos, Grace é louca por gatos .
Go Go Grace!
Estas são SEM DÚVIDA os meus icones de estilo no mundo da moda (ah, os vestidos da Twiggy também) - sou rapariga, faz parte ! Estas 3 mulheres, donas de uma beleza e personalidade arrebatadora fazem com que todas as roupas sejam um acessório, e não ao contrário... (ninguém quer ser o acessório da própria roupa) .
They Rock(ed) the whole world !
Raquel
quarta-feira, 9 de junho de 2010
elegancia. A audácia da combinação
elegancia.
Uma simples palavra que pode definir uma mulher. Foi quando Gabrielle Cocco inovou o guarda roupa feminino que este mudou. Calças passaram a vestir não só o homem, chapéus começaram a ser um must have na época. Todos ornamentados, tornavam a mulhar sofisticada. Sofisticada, mas não elegante. A elegancia nasce com a pessoa. Poucas o têm, muitas o ambicionam. Um estado de espírito, uma qualidade inata, ou algo "Comprável"?
Chanel ou Hérmes podem criar as bolsas mais cobiçadas pelo feminino, Seven e D&G podem criar os Jeans mais confortávelmente fantásticos e até McQueen pode criar os padrões mais psicadálicos, mas não são as roupas que fazem a mulher. Se acha que as tendências fazem a elegancia, desengane-se. Por vezes, pode acontecer que uma beleza natural seja comparada a elegância. De facto, a simplicidade e natureza da pessoa podem consolidar uma elegancia. Será talvez metade. Para Yves Saint Laurent não há elegancia se não houver algo positivo no interior e segundo Coco Chanel a elegancia pode estas tanto no direito como no avesso.
Elegancia em estilo surge-nos em Casablanca, com vestidos luxuosos e clássicos. Elegancia surge-nos em Breakfast at Tiffany's com a musa intemporal de Givenchy-Audrey Hepburn. Elegancia surge-nos desde os filmes de Charlie Chaplin, desde cinema mudo ao falado, desde os alfarrabistas até às VOGUE de Anna Wintour, que por si só é um outro ícone de personalidade e estilo. Quando ambas as características se combinam o resultado é explosivo; c'est trés elegant.
A descrição com inteligência é elegante, saber como usar é elegante, mas sobretudo, transpor a personalidade (que esperamos ser boa) é elegante.
É algo inato, nasce com o ser, revela-se na rua, nas red carpet, dentro das casas de cada um, mas toda gente tem modelos a seguir, muitas vezes buscando esta simplicidade, esta humildade, esta personalidade, esta elegancia.
Gordos, magros, altos ou baixos, mais caro ou mais barato não é o que realmente importa, prova disso são as imagens que se seguem (apesar das imagens serem de pessoas consideradas internacionalmente conhecidas, a elegancia reside no interior de qualquer um e não só de High Society) :
Ícones de Elegância: As musas das casa Chanel e a Beleza intemporal de Audrey Hepburn (Givenchy):





Uma simples palavra que pode definir uma mulher. Foi quando Gabrielle Cocco inovou o guarda roupa feminino que este mudou. Calças passaram a vestir não só o homem, chapéus começaram a ser um must have na época. Todos ornamentados, tornavam a mulhar sofisticada. Sofisticada, mas não elegante. A elegancia nasce com a pessoa. Poucas o têm, muitas o ambicionam. Um estado de espírito, uma qualidade inata, ou algo "Comprável"?
Chanel ou Hérmes podem criar as bolsas mais cobiçadas pelo feminino, Seven e D&G podem criar os Jeans mais confortávelmente fantásticos e até McQueen pode criar os padrões mais psicadálicos, mas não são as roupas que fazem a mulher. Se acha que as tendências fazem a elegancia, desengane-se. Por vezes, pode acontecer que uma beleza natural seja comparada a elegância. De facto, a simplicidade e natureza da pessoa podem consolidar uma elegancia. Será talvez metade. Para Yves Saint Laurent não há elegancia se não houver algo positivo no interior e segundo Coco Chanel a elegancia pode estas tanto no direito como no avesso.
Elegancia em estilo surge-nos em Casablanca, com vestidos luxuosos e clássicos. Elegancia surge-nos em Breakfast at Tiffany's com a musa intemporal de Givenchy-Audrey Hepburn. Elegancia surge-nos desde os filmes de Charlie Chaplin, desde cinema mudo ao falado, desde os alfarrabistas até às VOGUE de Anna Wintour, que por si só é um outro ícone de personalidade e estilo. Quando ambas as características se combinam o resultado é explosivo; c'est trés elegant.
A descrição com inteligência é elegante, saber como usar é elegante, mas sobretudo, transpor a personalidade (que esperamos ser boa) é elegante.
É algo inato, nasce com o ser, revela-se na rua, nas red carpet, dentro das casas de cada um, mas toda gente tem modelos a seguir, muitas vezes buscando esta simplicidade, esta humildade, esta personalidade, esta elegancia.
Gordos, magros, altos ou baixos, mais caro ou mais barato não é o que realmente importa, prova disso são as imagens que se seguem (apesar das imagens serem de pessoas consideradas internacionalmente conhecidas, a elegancia reside no interior de qualquer um e não só de High Society) :
Ícones de Elegância: As musas das casa Chanel e a Beleza intemporal de Audrey Hepburn (Givenchy):




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"A Revolução" pour COCO CHANEL:

Che Guevara foi crucial, para a revolução cubana, mas foi a determinação de Gabrielle "Coco" Chanel que revolucionou o guarda roupa feminino, bem como a industria da moda.
R.Z.
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